5 tendências de Diversidade e Inclusão para 2023

A agenda de Diversidade e Inclusão tem avançado globalmente nas empresas. Sabemos que o processo é lento, mas é necessário entender que tudo faz parte de um processo de mudança do mundo corporativo. Segundo o Fórum Econômico Mundial, o processo pode levar mais 150 anos para acabar com os gaps econômicos de gênero e raça em todos os níveis no mundo, mas obviamente esse número precisa cair drasticamente, não há qualquer sentido em levar mais algo em torno de 5 gerações para atingir números razoáveis.

Iniciativas devem ser prioridade na agenda ESG (Governança ambiental, social e corporativa) e essenciais para a inovação e a futura sobrevivência das empresas, apesar dos muitos desafios.

Não tem uma receita pronta quando se trata de Diversidade e Inclusão, mas algumas tendências devem ganhar força nas empresas em 2023.

 

Conheça 5 tendências para acompanhar e desenvolver com a equipe:

1. Área dedicada à Diversidade e Inclusão

Foi notícia esses dias, o emprego de uma participante de um reality show:  analista de diversidade. Nas redes sociais, internautas questionaram o que faz esse tipo de analista.

Você sabe? Na verdade, é uma posição para trabalhar com dados e projetos em Diversidade e Inclusão dentro de uma empresa. A  implementação de áreas dedicadas a essa agenda é uma tendência cada vez mais forte no mundo corporativo.

2. A visão para interseccionalidade

As pessoas são diversas. E únicas. Quanto antes as empresas conseguirem captar as diferentes interseccionalidades (interação entre dois ou mais fatores sociais) que uma mesma pessoa pode representar dentro dos pilares de diversidade, mais inclusivo esse ambiente será.

3. Luta contra padrões

É necessário enfrentar a questão estética. Deve-se incluir uma pauta emergente: a luta contra a gordofobia, termo que define o comportamento de discriminar uma pessoa por ser gorda. Cada vez mais se exige acessibilidade para pessoas gordas em espaços públicos e privados, representatividade e respeito com corpos fora do padrão de beleza  estabelecido..

4. Cadeia de fornecedores

Outra tendência é influenciar a cadeia de fornecedores. As grandes empresas devem levar o movimento de práticas inclusivas para os fornecedores, tanto no apoio para desenvolver ações e no reconhecimento das melhores práticas, quanto na exigência do compromisso com a agenda.

5. Comitês de diversidade

Os grupos de afinidade se tornaram uma iniciativa comum sendo uma das primeiras ações de diversas empresas para iniciar essa agenda. Esses grupos de afinidade são geralmente formados por funcionários voluntários, com o objetivo de promover debates, letramento e identificar fatores. Com interseccionalidade ganhando força e a necessidade de acelerar a diversidade, as empresas apostam agora na criação de um Comitê de Diversidade focado na execução de iniciativas de forma mais ampla.

“ Inclusão racial com resultado precisa estar no planejamento estratégico da empresa “ – Raphael Vicente – Diretor Geral da Iniciativa.

 

A Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial é uma revolução na gestão da diversidade e inclusão racial no Brasil, constituindo-se em uma ferramenta essencial para as empresas comprometidas com essa pauta. Nosso objetivo é promover a sustentabilidade e a assertividade das ações desenvolvidas no âmbito da Iniciativa Empresarial pela Igualdade, engajar ainda mais pessoas e instituições no tema diversidade, disseminar o propósito, os princípios, a finalidade e os valores que circundam o projeto, promovendo o seu fortalecimento e contribuindo para a qualidade e eficiência da sua atuação, gestão, impacto e transformação social, compreendida a sociedade em toda a sua integralidade, institui-se os princípios que regem a Governança da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial.

 

 

 

 

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